Disgaylândia

Um alerta aos pais. Os estúdios Disney programam para o ano de 2020 o lançamento de um filme abertamente “gay-friendly”. Trata-se de Jungle Cruise, ainda em fase de pré-realização. No filme, um dos personagens revelará o seu desinteresse pelo sexo oposto.

Mera especulação? Mais que isso, a julgar pelos últimos atos da companhia, cada vez mais engajada na promoção do politicamente correto e de uma agenda inteiramente contrária aos valores da família católica. Alguns exemplos:

  • A série de televisão “Andi Mack”, em que um dos personagens principais — um menino de 13 anos de idade! — declara atração por outro rapaz. A série é exibida atualmente no Brasil pelo canal Disney Channel.
  • O desenho “Star contras as forças do mal” exibiu beijos entre pessoas do mesmo sexo e discursos pró-diversidade sexual. O programa é também exibido aqui pelo Disney Channel.
  • “Doutora Brinquedos”, conhecido desenho animado, destinado a crianças de até 5 anos de idade, apresentou um episódio estrelando um personagem com duas “mães”.

A lista é longa e, na mesma linha, poderíamos citar os sit-coms “Boa sorte, Charlie” ou “A Família do Ano” — este último retratando de forma debochada uma família católica; o recente longa-metragem “Bela e a Fera”, em que um dos personagens era sodomita; o apoio do complexo de Parques de Diversão do grupo ao chamado “gay pride“, confeccionando souvenirs especialmente para estas ocasiões.

Há ainda a série de livros “Feminist Baby”, de Loryn Brantz, publicado pela Disney Publishing Worldwide. Nela, lemos versos assim: “Bebê feminista escolhe que roupa usar / bebê não liga se você não gostar”.

Tudo isso deveria ser varrido para longe da casa de todo católico verdadeiro.