De volta para casa

Sebastian Kurz

Católico, 32 anos, e há um ano à frente do governo da Áustria, Sebanstian Kurz acaba de anunciar que irá fechar 60 mesquitas austríacas e expulsar do país seus imãs. “Não há lugar na Áustria para o islamismo político, a radicalização e as sociedades paralelas.”

Não se trata de um decisão intempestiva de um jovem político. Antes de chegar ao governo de seu país, Kurz foi Ministro das Relações Exteriores de 2013 a 2017 e um de seus feitos foi abrigar em Viena as negociações entre Irã, EUA e UE para restringir o programa nuclear iraniano a limites não-militares.

Sua luta contra o islamismo radical data desse período, quando conseguiu passar uma lei no Parlamento proibindo o financiamento estrangeiro das atividades islâmicas no país.

A primeira reação veio da Turquia, que teve sete mesquitas fechadas e seus imãs expulsos. O porta-voz do governo de Recep Erdogan escreveu no Twitter: “É o resultado da onda populista, islamofóbica, racista e discriminatória no país.”

Fonte: Medias-Presse

Mensagem de Natal

Oh! se eu fosse tão ditosa
Que com estes olhos visse
Senhora tão preciosa,
Tesouro da vida nossa,
E por escrava a servisse!

Entremeando versos de Gil Vicente a uma profunda meditação de Natal, Dom Lourenço Fleichman nos conduz, passando pelas principais prerrogativas de Nossa Senhora, até a gruta de Belém onde, ao lado dos pastores, dos reis magos, da coorte celeste e de seu casto esposo, a Santíssima Virgem adorava seu Divino Filho. 

E de lá, alçando novo vôo, medita sobre o Natal presente de Nossa Senhora em que, lá do alto do Céu, num hodie eterno, aquela que é Cheia de Graças “continua vivendo aquele dia especial em que viu São Gabriel… e tudo o que viveu, sentiu, amou no momento em que o Verbo se fez carne em seu seio”.

Leia a mensagem de Natal de Dom Lourenço no site da Permanência

Lições contra o abismo

A expressão de Corção compensa a má qualidade da foto, porque é esse o Corção que “vemos” em seus artigos e livros.

Hoje Gustavo Corção faria 122 anos.

Não é uma data redonda, dessas que os jornais costumam comemorar, mas, para nós da Permanência, todo aniversário de Corção é motivo de festa. Porque sem ele não existiríamos. E, por conta de existirmos, vivo ele está, a despeito do esforço que o mundo faz para esquecê-lo.

Perde o mundo que o esquece. E Corção, que já dele não depende, permanece.

Faz parte da história do Brasil – na literatura, na política, na religião. E foi fazendo história que terá ganhado a Eternidade. Mas isso só Deus sabe. Inegável que fez a sua parte, sobretudo nos deixando suas lições, lições contra o abismo que ele antes de todos antevira.

Há muito o que contar de Corção. Fiquemos só com uma história, monumental e discreta, simbólica e premonitória.

A inauguração do Cristo Redentor foi marcada para 12 de outubro de 1931. Para dar um toque de grandiosidade internacional à festa, Marconi iria ligar as luzes do Cristo direto de seu iate no Mediterrâneo. Mas na hora agá, a aparelhagem falhou e o Cristo acabou iluminado mesmo foi por Corção, que àquela época nem convertido era ainda. Suboficial do Exército e técnico em eletrônica- que naquela época, devia ser tecnologia de ponta! –  ele deu um jeito de salvar a festa e a reputação de Marconi. Que Deus tenha depois retribuído a luz que Corção improvisadamente Lhe emprestara é dessas ironias que nos fazem acreditar na Providência.